Compor a renda: uma das estratégias mais eficazes é somar sua renda com a de um cônjuge, companheiro ou parentes de até terceiro grau, como filhos ou pais. Essa união de rendimentos aumenta o poder de compra e pode, em alguns casos, permitir que o banco utilize a idade do proponente mais jovem para estender o prazo de pagamento, que pode chegar a 35 anos.
Use seu FGTS de forma estratégica: aposentados têm o direito de sacar a totalidade do saldo do FGTS acumulado. Utilizar esse valor para dar uma entrada maior no imóvel reduz o montante a ser financiado e, consequentemente, o valor das parcelas mensais, tornando-as mais acessíveis. O FGTS também pode ser usado a cada dois anos para amortizar ou liquidar o saldo devedor, o que gera uma economia significativa em juros.
Pesquise e compare os custos totais: é vital simular e comparar as propostas de diferentes instituições financeiras, como bancos públicos e privados. Além das taxas de juros, leve em consideração o custo do seguro de Morte e Invalidez Permanente (MIP), que é obrigatório e tem seu valor diretamente impactado pela idade do solicitante, sendo embutido na parcela do financiamento.